Completando 28 anos de atuação, a STATO democratizou o acesso a projetos de transição profissional para atender a uma nova realidade de mercado

O mundo do trabalho passou por profundas modificações nos últimos anos, especialmente a partir da década de 1990. Com a globalização e a consequente necessidade de as empresas se adequarem a um cenário cada vez mais competitivo, as relações de trabalho de longo prazo deram lugar a ciclos de atuação mais curtos. Resultado do corte de níveis provocado pela reorganização das estruturas. Assim, se antes era comum que as pessoas delegassem a gestão de sua vida profissional às organizações, com essa reconfiguração o modelo se inverteu: o indivíduo passou a gerir sua carreira e investir em seu desenvolvimento.

“Em um contexto em que as pessoas desenvolviam todo um plano de carreira dentro da organização, era natural a transferência do comando dos projetos profissionais para a companhia. Nas últimas décadas, isso mudou”, observa Patricia Epperlein, Presidente Internacional da STATO. Para ela, a busca pela eficiência e a redução de custos provocadas pela abertura do mercado trouxeram o enxugamento de posições. Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) resumem essa realidade: 12,3 milhões de brasileiros encerraram 2017 desempregados. “A escassez de posições trouxe uma mudança de mindset. O profissional teve de se reinventar em um mercado que substituiu o tradicional plano de carreira nas organizações por múltiplas possibilidades de atuação”, complementa.

Essa reengenharia também fez surgir uma nova demanda no mercado: os profissionais precisaram investir no planejamento de carreira e na definição de estratégias para transição. A STATO, consultoria referência em transição de carreira no País, que este mês completa 28 anos de atuação, viveu todo esse movimento de mudança. “Como sempre fomos referência em Outplacement para as empresas, apoiando a transição de carreira dos colaboradores desligados, muitos profissionais passaram a nos procurar para realizar por conta própria o trabalho de planejamento”, conta Patricia.

Foi assim que a STATO, em 2014, ampliou seu escopo de atuação e passou a oferecer projetos de transição profissional também para Pessoa Física – um diferencial no segmento liderado pela STATO, já que outras consultorias tradicionais não acompanharam a evolução deste mercado, restringindo ainda o acesso aos programas apenas para profissionais que recebem o benefício no momento da demissão. “Entendemos que precisávamos atender a esta demanda e nos ajustar a esse novo modelo. Hoje, todos os profissionais precisam ter um planejamento de carreira. Não é mais uma diferenciação no mercado, é requisito”, destaca a executiva.

A consultoria também conseguiu diminuir o tempo médio de recolocação de seus assessorados ao combinar o planejamento estruturado de carreira à atuação ativa no mapeamento e prospecção de posições no mercado. Um avanço importante em meio a um cenário delicado no mercado de trabalho: segundo dados do IBGE, no 4º trimestre de 2017 havia 2,786 milhões de pessoas buscando emprego no País há pelo menos dois anos. “O nosso modelo de atuação aumenta a visibilidade dos assessorados ao promover conexões com os principais players que movimentam oportunidades, como executivos de RH e headhunters, o que diminui o tempo da recolocação”, destaca Patricia.

Mais recentemente, a STATO deu outro grande passo para acompanhar o avanço da tecnologia e o contexto cada vez mais acelerado em que vivemos, democratizando o acesso a conteúdos essenciais para profissionais que, sabidamente, passarão por pelo menos uma fase de transição de carreira em algum momento da vida. “Os planos de carreira nas organizações já não existem mais, e todas as pessoas têm de estar preparadas para buscar o mercado ou investir em alternativas de trabalho como empreendedorismo, consultoria, etc.”, reforça.

Assim, o STATO GO – plataforma virtual de Outplacement da consultoria – foi lançado para atender, de forma customizada, todos os níveis profissionais e em qualquer localidade. “O profissional consegue repensar a carreira e descobrir outras possibilidades de atuação, pois o programa prevê uma série de análises e reflexões, além de contar com ferramentas específicas para o processo de transição. Tudo isso sem sair de casa”, explica a executiva. Uma solução democrática para apoiar os profissionais em uma realidade em que pensar e planejar a carreira não são mais opções, mas uma exigência para sobreviver em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo.

Patricia Epperlein é Presidente Internacional da STATO.

Responsável editorial: Jeniffer Villapando

Quer saber mais sobre gestão de carreira e autodesenvolvimento? Confira a entrevista de Rubens Prata, CEO da STATO, na edição atual da Revista 29 HORAS, publicação distribuída para os passageiros do Aeroporto de Congonhas (SP):

Ativo individual – REVISTA 29 HORAS